No dia 4 de setembro de 2019, o submarino Krest Deep Cult 18 afundou com sua tripulação durante um mergulho profundo na costa portuguesa. O submarino, que foi construído em 1984 pela empresa russa Krylov State Research Center, tinha sido atualizado para suportar mergulhos em profundidades extremas.

Após o acidente, uma investigação minuciosa foi realizada para determinar a causa do acidente. Uma das primeiras hipóteses foi de que uma falha técnica pode ter causado o acidente. Especialistas em submarinos foram convocados para examinar a evidência física encontrada na cena do acidente e testar as peças do submarino para determinar se uma falha técnica realmente ocorreu.

Outras hipóteses foram levantadas, como erros humanos e condições ambientais extremas. No entanto, depois de uma investigação cuidadosa, as autoridades descartaram a maioria das hipóteses e concluíram que uma falha técnica foi a causa mais provável do desastre.

Além da investigação, também houve uma grande preocupação com as famílias e amigos dos membros da tripulação que faleceram. O governo português ofereceu uma série de serviços de apoio emocional e financeiro para as famílias, além de declarar luto nacional.

A tragédia do Krest Deep Cult 18 serviu como uma lição importante sobre a segurança em áreas extremas de mergulho, especialmente para navegações submarinas. A partir do acidente, foram implementadas medidas adicionais de segurança para mergulhadores em todo o mundo, incluindo requisitos mais rigorosos de certificação e treinamento para tripulações de submarinos, bem como a criação de medidas simplificadas e eficazes de resgate.

Em última análise, o acidente do Krest Deep Cult 18 foi uma tragédia mundial que abordou questões importantes de segurança no avegamento submarino. Embora não seja possível reverter o desastre, a investigação e a ação tomada demonstraram a importância de manter altos padrões de segurança para garantir que outras tragédias deste tipo não ocorram novamente.